segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

MHN promove Fim de Semana no Museu durante Caiite

6ª edição do evento promove integração entre as atividades realizadas na Ufal, além de disseminar a divulgação científica
Graziela França – estudante de Jornalismo

O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza o 6° Fim de Semana no Museu com atividades voltadas para o Congresso Acadêmico Integrado de Inovação e Tecnologia (Caiite). O evento acontece nos dias 10 e 11 de dezembro, como continuidade do Congresso que inicia na próxima quarta-feira (7), no Campus A.C. Simões.
Entre as atividades do 6° Fim de Semana no Museu, estão diversas palestras que contemplam áreas diferentes da biologia, preservação da biodiversidade, ecoturismo, além de exposições, apresentações artísticas e oficinas voltadas para crianças e adultos. As atrações comemoram, também, o primeiro ano do MHN em nova Sede.
“Decidimos que este Fim de Semana no Museu deveria trazer uma conscientização em cima da problemática da extinção dos espécimes, sob a ótica de como os gestores dos órgãos ambientais estão lidando com esse fato”, comentou um dos organizadores, Leandro Gonçalves.
O evento conta com facilitadores de diversas instituições, contemplando o interesse de públicos diferentes. Nos dois dias haverá encerramento das atividades com música, no sábado o Trio Forrozeiro e no domingo com a cantora Luma Lewara.
Acontecerá ainda a 1ª exposição de carros antigos Cheiro de Mofo e feira de troca de livros promovida pelo Clube do Livro de Maceió.
A ideia de integrar o evento do MHN ao Caiite veio do setor de administração do museu, responsável por esta edição, com o objetivo de aliar diferentes atividades de divulgação científica e lazer para a comunidade acadêmica e a população em geral. “Decidimos em reunião com o colegiado do MHN que transferiríamos a data do nosso Fim de semana para se integrar a programação do Caiite”, explicou Leandro Gonçalves.                       
O Fim de Semana no Museu é realizado na sede no MHN, localizada na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades são gratuitas e voltadas para o público de todas as idades.
Confira a programação em anexo. 

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Museu de História Natural realiza 4º Fim de Semana no Museu


Atividades são aliadas às temáticas do MHN, com o objetivo de mostrar a biodiversidade alagoana e sensibilizar à preservação

Graziela França- estudante de Jornalismo
Nos dias 8 e 9 de outubro acontece o 4º Fim de Semana no Museu. O evento realizado pelo Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) conta com programação voltada ao desenvolvimento de práticas conservacionistas em relação às aves. Esta edição é organizada pelo Laboratório de Morfologia, Sistemática e Ecologia de Aves (LSEA) e o setor de Ornitologia do MHN.
De acordo com o professor Renato Gaban, coordenador do LSEA e responsável pelo setor de aves do museu, a escolha da programação visa trazer ao público a conscientização a respeito da preservação da fauna. “Essas atividades foram planejadas com o objetivo de sensibilizar a sociedade em relação à biodiversidade de Aves e à conservação da natureza”, enfatizou.
Programação
Com atividades para o público de todas as idades, o 4° Fim de Semana no Museu traz gincana com jogos pedagógicos, atividade de observação de Aves no jardim do MHN, contação de histórias, entre outras atividades para as crianças.
Já para os jovens e adultos, atividades de cunho científico e cultural, com o mesmo objetivo, que é de despertar a curiosidade e mostrar como as ações humanas impactam o habitat desses animais. Além dessas atividades, uma exposição de aves será aberta, além das visitas guiadas pelas outras três exposições do MHN. O evento encerrará com a participação da cantora Lousane de Azevedo.
O Fim de Semana no Museu a acontece na sede no MHN, localizada na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades são gratuitas e voltadas para o público de todas as idades.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Museu de História Natural participa da Primavera dos Museus

Com diversas atividades, o MHN celebra o evento promovido pelo Ibram

Graziela França- estudante de Jornalismo

Em setembro inicia a estação mais florida do ano. E para comemorar, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) participa da 10ª Primavera dos Museus, com diversas atividades que buscam atrair a comunidade para participar da programação e conhecer a biodiversidade da flora alagoana. 
O evento é promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), em 753 museus do Brasil. O objetivo é proporcionar uma temporada cultural, com programação variada e voltada para a estação, em todo o país. No MHN, as atividades acontecerão entre os dias 19 e 21 de setembro.
Cíntia Rodrigues, museóloga do MHN, conta que a comemoração tem um caráter fundamental nas instituições que participam. “É um evento tão importante quanto a Semana dos Museus, pois busca aproximar ainda mais o público dos órgãos museológicos, e também serve como meio de difusão de conhecimento”, comentou.
Para a professora Letícia Ribes, responsável pelo setor de Botânica, participar desse evento consolida o MHN no cenário nacional e é importante pelo caráter conservacionista das atividades. “Procuramos também sensibilizar o público em geral para temas atuais, como desmatamento, extinção de espécies, além de mostrar como o homem deve respeitar o ambiente, já que depende diretamente dos serviços por ele oferecidos”, ressaltou.
A entrada para a 10ª Primavera do Museus é gratuita e o evento será realizado na sede do MHN, na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade).

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Museu de História Natural realiza 3° Fim de Semana no Museu com diversas atrações

Nesta edição do evento serão comemorados o Dia do Biólogo e o início da Primavera

Graziela França- estudante de Jornalismo

O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza nos dias 3 e 4 de setembro o 3° Fim de Semana no Museu. O evento busca atrair a comunidade alagoana para conhecer aspectos da biodiversidade do Estado, participar de atividades que visam integrar o público a questões de preservação da natureza, além de conhecer as exposições do MHN.
Esta edição do Fim de Semana no Museu traz atividades de preservação, conservação e conhecimento da biodiversidade alagoana. Além de diversas atrações culturais com música, dança e teatro. “Estamos realmente interessados em envolver os visitantes com atividades que suscitam a participação ativa deles, tais como jogos, oficinas e atrações culturais diversificadas”, comentou Carlos Correia, biólogo do setor de Botânica.
O público infanto-juvenil conta com programação especial com o intuito de desenvolver a consciência ambiental. “Visitar museus de história natural é importante para semear nas crianças uma consciência da integração humana no meio ambiente, ou seja, o ser humano como parte da natureza”, disse Ludmilla Nascimento, responsável pelo setor de mamíferos (mastozoologia) e uma das organizadoras do evento.
Atrações e novas exposições
Além das oficinas, atividades e atrações culturais, haverá a abertura de duas novas exposições: Profissão Biólogo, que homenageia biólogos alagoanos em suas diversas áreas de atuação; e Planticidades, que fala das plantas que deram origem a nomes de cidades de Alagoas. Os temas das exposições também comemoram o dia do Biólogo, 3 de setembro, e o início da Primavera, dia 23 de setembro.
Já no domingo, atrações culturais e artísticas integram a programação do museu, além de uma roda de conversa especial com o cantor Wado, que falará sobre a relação entre as artes e a natureza, e como as flores e plantas influenciam em seu trabalho.
O Fim de Semana no Museu acontece sempre nos primeiros finais de semana de cada mês, na sede no MHN, localizada na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades são gratuitas e voltadas para o público de todas as idades.
Confira a programação completa no anexo

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Museu de História Natural promove 2º Fim de Semana no Museu


Programação terá lançamento de novas exposições voltadas para a Arqueologia
Graziela França- estudante de Jornalismo

Após o sucesso da primeira edição, nos dias 6 e 7 de agosto, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizará o 2º Fim de Semana no Museu. O evento conta com variada programação que aborda, de maneira ampla, o trabalho arqueológico. Além disso, haverá atrações culturais e artísticas e inauguração de duas novas exposições.
Durante dois dias, terão diversas apresentações com a temática cultural da literatura de cordel. Muita música, dança, oficinas para todos os públicos e teatro de fantoche infantil, vão ressaltar a importância do trabalho arqueológico e da preservação do patrimônio cultural para o conhecimento e a identidade de um povo.
O evento foi organizado pela arqueóloga do MHN, Mayana de Castro, que conta com a parceria de membros do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Núcleo de Ensino e Pesquisa Arqueológico (Nepa) da Ufal. O objetivo é apresentar à comunidade aspectos diversos da Arqueologia em Alagoas, além de ressaltar a importância da valorização da cultura para o Estado.
Segundo a arqueóloga do MHN, eventos que divulguem a área são importantes para que as informações não fiquem apenas no âmbito acadêmico e científico. “O patrimônio cultural é de todos, então todos devem ter a oportunidade de conhecer e entender sobre os seus bens culturais, para, consequentemente, se identificar, valorizar e preservar seu patrimônio cultural”, destacou Mayana.
Novas exposições
No 2º Fim de Semana do Museu acontece também a abertura de duas novas exposições arqueológicas, sendo uma de artefatos e outra fotográfica. A exposição de artefatos Alagoas Arqueológica conta com materiais disponibilizados pelo Nepa da Ufal e apresentará diversos elementos da Arqueologia em Alagoas. Já a exposição fotográfica O que o arqueólogo faz?mostra por meio de imagens como acontece o trabalho de um arqueólogo.
O MHN fica localizado na Av. Amazonas, no Prado (Praça da faculdade), e funciona das 9h às 17h. As inscrições nas oficinas serão realizadas antes do início da atividade e a participação nas atrações do evento é gratuita.
Confira a programação no anexo.

Paleontólogo da Ufal participará da exposição ‘Os gigantes da Era do Gelo’


Evento destaca a importância da paleontologia em Alagoas
Graziela França- estudante de Jornalismo

O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) participará nesta quinta-feira, 4 de agosto, de um evento realizado no Parque Shopping, em Maceió. O professor Jorge Luiz Lopes, diretor do MHN e responsável pelo setor de Paleontologia, realizará palestras, com outros membros do setor, na exposição Os gigantes da Era do Gelo, que apresenta réplicas perfeitas de animais que viveram nessa época.
As palestras serão gratuitas e acontecerão às 10h30, 16h e 19h. Durante as sessões, serão apresentados aspectos importantes da paleontologia em Alagoas, assim como alguns fósseis presentes no acervo do setor do MHN. No dia do evento, as visitas à exposição terão valor promocional de R$10.
Para o professor Jorge Lopes, eventos como esses são importantes pelo caráter de divulgação e incentivo ao conhecimento. “A importância é referente ao conhecimento de nossa pré-história e também dos eventos paleoclimáticos, paleoambientais e paleoecológicos. Também nos coloca no cenário da paleontologia nacional. A exposição ajuda divulgando a nossa profissão e mostra o que seriam esses seres caso não estivessem extintos”, enfatizou.
Segundo a gerente de Marketing do shopping, Mayara Diniz, esta época não é um assunto recorrente em Alagoas, embora desperte muitas curiosidades e mistérios que envolvam o Estado. “Esse foi o motivo pelo qual o Parque Shopping convidou o Museu de História Natural para esclarecer todas as essas dúvidas e curiosidades do público local”, disse.
O Parque Shopping Maceió fica localizado na Av. Gustavo Paiva, Cruz das Almas.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Bolsistas do MHN participam do 23º Congresso Nacional de Ornitologia


Evento acontece em Goiás e conta com apresentação de artigos dos estudantes
Graziela França- estudante de Jornalismo
Professor Renato Gaban-Lima, do LSEA, orientador dos bolsistas
Estudantes de Iniciação Científica do Laboratório de Morfologia, Sistemática e Ecologia de Aves (LSEA), vinculado ao Museu de História Natural (MHN) e ao Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS/ Ufal), participam do 23º Congresso Brasileiro de Ornitologia, que é realizado até a próxima quinta-feira (4), em Pirenópolis, Goiás. Essa edição do evento discute o papel das aves como grupo indicador em estudos de monitoramento ambiental, especialmente em avaliações de impactos sobre a biodiversidade. Os temas serão discutidos em palestras, mesas-redondas, seminários, apresentações orais e pôsteres.
Os estudantes Williams Oliveira da Silva e Priscilla Monteiro de Oliveira, do 8º período de Ciências Biológicas, participam do evento que reúne pesquisadores que atuam em diferentes áreas da ornitologia. Para os estudantes, é uma oportunidade de adquirir conhecimento, trocar experiências, conhecer projetos com temáticas variadas, se atualizarem em relação aos avanços da ciência, além de divulgar e debater a produção científica do LSEA.
Os trabalhos apresentados foram planejados e desenvolvidos para somar aos projetos do laboratório, que é coordenado pelo professor Renato Gaban-Lima. Esses estudos fazem parte de dois amplos projetos de pesquisa desenvolvidos pela equipe do laboratório: o Inventário e Catalogação das Aves de Alagoas: estabelecendo parâmetros regionais para análises de bioindicação; Anatomia e histologia comparada de siringes. Já o trabalho sobre as aves do Havaí, foi desenvolvido por Priscilla Monteiro no período em que participou do programa Ciência sem Fronteiras.
Os estudos sobre as aves da APA e do Parque Municipal foram realizados com colaboração de outros estudantes do LSEA e orientação do professor Gaban-Lima. “O incentivo do professor Renato foi essencial para a concepção, execução e conclusão das atividades de pesquisa, auxiliando de diversas maneiras, nos acompanhando no campo, orientando quanto aos métodos, análises e avaliações biológicas desde os resultados até a confecção dos resumos e banners para o congresso, sempre com muita dedicação e paciência”, enfatiza Williams Oliveira.


quarta-feira, 27 de julho de 2016

Museu de História Natural no Parque Shopping

No dia 4 de agosto o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) promoverá palestras no Parque Shopping Maceió. Serão três sessões: às 10h30, 16h e 19h, que abordarão a Paleontologia em Alagoas. O evento acontecerá na exposição Os Gigantes da Era do Gelo e contará com a participação do professor Jorge Luiz Lopes e a equipe do setor de paleontologia do MHN.



Destaque no Turismo Paleontológico, AL terá palestra sobre fósseis


Estado recebe com frequência pesquisadores e interessados neste nicho turístico, em função de grande acervo de museus especializados

Jorge Luiz Lopes é um dos maiores paleontólogos do país, diretor do Museu de História Natural da UFAL (MHN/AL) e fundador do Museu Paleontológico Otaviano Florentino Ritir, em Maravilha, no sertão de Alagoas

Um dos segmentos turísticos que vem crescendo atualmente é o Turismo Paleontológico, com visitas a museus e sítios que tenham vestígios fósseis de milhares de anos atrás. Alagoas é comprovadamente um estado rico em Paleontologia e possui um grande acervo fóssil guardado em museus, em Maceió e no interior. 

Nesse contexto, no próximo dia 04 de Agosto, o professor da UFAL, Jorge Luiz Lopes, dará uma palestra sobre as descobertas paleontológicas já feitas em território alagoano. A palestra acontecerá em três horários (10h30, 16h00 e 19h00) no espaço de exposições do Parque Shopping, em Maceió, e será aberta ao público.

Jorge Luiz Lopes é um dos maiores paleontólogos do país, diretor do Museu de História Natural da UFAL (MHN/AL) e fundador do Museu Paleontológico Otaviano Florentino Ritir, em Maravilha, no sertão de Alagoas. Para ele, é fundamental que as pessoas entendam o passado de onde vivem, conhecendo a história e a região.

“Conhecer e compreender todo o clima e toda fauna que pode ter vivido onde vivemos é extraordinário. Alagoas, apesar de ser pequeno em território, possui um patrimônio fóssil muito rico que precisa ser explorado”, afirma o professor, que ainda revelou a intenção de expandir as pesquisas para as cidades de Inhapi e Olho D’Água do Casado.

Museu Paleontológico em Maravilha
O Museu Paleontológico Florentino Ritir foi fundado em 2007, após a descoberta de fósseis de mamíferos pré-históricos em sítios da região. Os fósseis encontrados em Maravilha datam do Período Pleistocenio da Era do Gelo, entre 10.000 a 100.000 anos atrás, e são de mamíferos gigantes, como preguiças-gigantes e tigres-dente-de-sabre. 


Todos os fósseis foram encontrados no Sítio Paleontológico Ovo da Ema, a 12 quilômetros do centro da cidade. O museu é o único voltado exclusivamente à Paleontologia no Brasil e recebe visitas de pesquisadores de toda a América Latina, acadêmicos de universidades e alunos de escolas da capital e do interior. O museu funciona de terça a domingo, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Fonte: Agência Alagoas

Museu de História Natural comemora o dia do Arqueólogo


MHN possui a primeira arqueóloga da Universidade e destaca a importância do setor
Graziela França – estudante de Jornalismo
Embora seja o mais novo setor do MHN, a Arqueologia se destaca e participa de maneira ativa das atividades realizadas no museu.

No dia 26 de julho é comemorado o Dia Nacional do Arqueólogo. O profissional responsável por estudar as sociedades humanas do passado através de vestígios deixados por elas, buscando compreender seu modo de vida em diversos aspectos, que variam desde a maneira como elas se relacionavam até o modo como desenvolviam tecnologias.
No Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), o setor de Arqueologia surgiu no final de 2014, com a chega da primeira arqueóloga da Universidade, Mayana de Castro. Embora seja o mais novo setor do MHN, a Arqueologia se destaca e participa de maneira ativa das atividades realizadas no museu.
O acervo do setor possui peças que foram doadas ou apreendidas, são fragmentos cerâmicos, artefatos líticos (ferramentas feitas de pedra), urna funerária fragmentada, material ósseo e pilões que passam por alguns procedimentos quando são recebidos, como limpeza, identificação, catalogação e armazenamento adequado para análise posterior.
A importância da arqueologia para sociedade foi o motivo que fez Mayana de Castro escolher a Arqueologia como área de atuação. “Ao resgatar essa memória sócio-histórica, a Arqueologia ajuda as comunidades a entender, se identificar e valorizar seu patrimônio cultural”, enfatiza ela.
Atualmente o setor de arquelogia do MHN é formado pela Arqueóloga, Mayana de Castro e a graduanda de Ciências Biológicas, Érica Pricylla.
Parcerias
A arqueóloga do MHN destaca as parcerias feitas com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Núcleo de Ensino e Pesquisa Arqueológico (Nepa) da Ufal. “Estamos articulando trabalhos tanto de Educação Patrimonial quanto de pesquisa científica. Um exemplo de trabalho que estamos realizando em conjunto é o segundo Fim de Semana no Museu, que ocorrerá nos dias 6 e 7 de agosto, com a programação a ser divulgada nos próximos dias.”
Arqueologia em Alagoas
O território alagoano é repleto de sítios arqueológicos. Os mais comumente encontrados são os chamados pela população de Chã de Cacos, devido aos fragmentos cerâmicos espalhados pelo solo. “Além dos vestígios indígenas, há também vários outros tipos de sítios: os que indicam a chegada dos europeus, os quilombos, as pinturas rupestres, as construções históricas, entre outros”, ressalta Mayana de Castro.

Grupo de pesquisa do MHN cataloga aves de Piaçabuçu


Visitas à APA auxiliam na definição de estratégias de conservação e desenvolvimento sustentável
Graziela França - estudante de Jornalismo

Região de restinga com lagoas temporárias na APA de Piaçabuçu

Estudar diferentes aspectos das aves alagoanas. Esta é uma das linhas de pesquisa do Laboratório de Morfologia Sistemática e Ecologia de Aves (LSEA). O laboratório desenvolve pesquisas em diferentes temas que vão desde a ciência básica destes animais até aspectos mais aplicados, como estudos sobre como as aves interagem com as mudanças ambientais causadas pelo homem.
O LSEA é coordenado pelo professor Renato Gaban-Lima e fica no Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O laboratório também é vinculado ao Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS) e ao Setor de Ornitologia do MHN, que é a área da Zoologia que estuda as aves.
A atual atividade dos pesquisadores está concentrada em catalogar todas as espécies de aves relatadas no Estado, com o mapeamento das regiões já investigadas para indicar as que ainda precisam de investigação. O projeto Inventário e catalogação das aves de Alagoas pretende gerar informações que auxiliem o poder público na definição de políticas para o desenvolvimento sustentável, além de atuar em atividades de extensão universitária, capacitar futuros biólogos para realização de pesquisas científicas e prestar serviços nas áreas de análise e gestão ambientais.
O grupo de pesquisa desenvolve estudos, desde 2015, na Área de Proteção Ambiental (APA) de Piaçabuçu. Uma área de conservação de destaque no Estado, que atrai inúmeros turistas devido às suas belezas naturais. A APA é fiscalizada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA).
O estudo também é coordenado pelo professor Renato Gaban-Lima e desenvolvido com os alunos Tainá Guedes, Laurene Coimbra e Williams Oliveira, do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), além da contribuição dos alunos voluntários Érica de Melo Silva, Maria Luísa, Sibele Lopes e Tarciéri Souza.
Sobre a APA
A Área de Proteção Ambiental de Piaçabuçu é uma importante unidade de conservação de Alagoas e foi criada para proteger populações de aves de praia e migratórias. Ela funciona também como barreira à expansão das dunas da foz do Rio São Francisco.
Devido suas belezas naturais, a APA é um destino turístico atraente. Nela são encontrados diferentes ambientes, como praias, dunas e restingas em diversos estados de conservação. Pontal do Peba, Bonito, Potengi e Pixaim são alguns dos povoados encontrados nessa área que conta também com propriedades rurais, destinadas à pecuária e à lavoura de coco, e a própria foz do Rio São Francisco.
Tanto as atividades de turismo quanto as agropecuárias são importantes fontes de renda para a população local, embora não tenham sido regulamentadas. “Frente à necessidade de revisão desse plano de manejo, o LSEA iniciou suas pesquisas com o intuito de gerar informações que possam contribuir com a proposição de medidas de conservação da natureza e o desenvolvimento econômico sustentável da população local”, destacou o professor.
Visitas à APA
Os estudos são realizados por meio de visitas mensais, quando a equipe faz observações e quantificações das espécies de aves em ambientes distintos, abrangendo toda a área da unidade de conservação. Durante as pesquisas de campo, espécies de aves são registradas visualmente ou por meio da audição de seus cantos e, sempre que possível, os registros são documentados em fotografias e gravações de áudio.
Os resultados das pesquisas renderão artigos científicos, apresentações em congressos, e é tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de uma das alunas do laboratório. Os dados também são para um livro sobre as aves da APA, ressaltando a importância da conservação da biodiversidade e o papel de atividades econômicas responsáveis e conscientes na proteção dos recursos naturais, e no desenvolvimento das comunidades locais.
Apoio
Além das bolsas do Pibic para os alunos, o projeto conta com apoio e parceria do ICMBio, da Pousada Chez Julie, que fornece hospedagem à equipe no pontal do Peba, e da empresa operadora de Turismo Ecológico Farol da Foz, que conduz a equipe às áreas mais remotas da APA.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Museu de História Natural realiza 1º Fim de Semana do Museu com diversas atrações

O evento inicia a programação dos fins de semana do museu
Graziela França- estudante de Jornalismo
Um espaço de conhecimento, pesquisa, mas também de cultura e diversão. É assim que o Museu de História Natural da Ufal tem se mostrado. E para se aproximar ainda mais da comunidade alagoana, o MHN passa a abrir no primeiro fim de semana de cada mês, apresentando programação variada.
Para iniciar as comemorações, o MHN promove o 1º Fim de Semana no Museu que contará com apresentações artísticas e culturais, durante os dias 2 e 3 de julho. As exposições estarão disponíveis das 9h às 17h, e as apresentações acontecerão das 13h às 17h. O evento foi idealizado pela museóloga, Cíntia Rodrigues, junto à responsável pelo Setor de Herpetologia, Selma Torquato.
“Durante a semana, é difícil pra muitas pessoas organizarem o tempo e vir até o espaço, por conta do trabalho e de outras atividades. É um momento em que as famílias geralmente estão juntas e podem desfrutar dessa oportunidade, atende o pedido também de muitos visitantes que comentam ou nos enviam mensagens sempre tocando nesta questão da abertura aos fins de semana”, acrescenta a museóloga.
Além das exposições do MHN (permanente - Alagoas: do mar ao sertão; fotográfica - Cores que saltam, cores que rastejam), o visitante poderá participar de oficinas, apresentações musicais e teatrais nos dois dias do evento, que é destinado ao público de todas as idades.
Atrações culturais
No sábado, 2, as atrações musicais são Cris Marttins e banda e a banda de rock Oldscratch, que encerrará as apresentações culturais do dia. Já no domingo, 3, é a vez da apresentação teatral promovida pelo grupo Trans Show, com a atração Resenha Julhina. As inscrições para participar das oficinas será realizada momentos antes do início das atividades, o número de vagas é limitado, então os participantes devem chegar mais cedo.
O evento é gratuito e acontecerá na sede do MHN, localizada na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). No local serão vendidas comidas típicas, além de réplicas de peças do museu e outros itens confeccionados pelos membros do MHN. O dinheiro arrecadado com as vendas será revertido aos setores do museu.
Confira a programação:

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Resultado do Prêmio Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Científica

Confiram na imagem a seguir os ganhadores dos Prêmio Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Científica.

A data da premiação será divulgada em breve, aqui no blog e na página do MHN no facebook 

Agradecemos a todos os participantes! 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Museu de História Natural promove exposição fotográfica sobre anfíbios e répteis

Animais presentes nos biomas de Alagoas serão apresentados na exposição que começa na Semana Mundial do Meio Ambiente


Graziela França - estudante de Jornalismo
Anfíbio encontrado na Estação ecológica de Murici.
Foto: Willams Fagner

O Museu de História Natural da Ufal (MHN) abre, a partir da próxima terça-feira (7), a exposição fotográfica sobre a diversidade de anfíbios e répteis em Alagoas. Cores que saltam, cores que rastejam apresenta fotografias de animais encontrados na Mata Atlântica e Caatinga alagoana e suas variedades ecológicas.
O objetivo da exposição é tornar as espécies destes animais conhecidas, além de desmistificar conceitos atribuídos a eles. Segundo a professora Selma Torquato, responsável pelo setor de herpetologia do MHN, e o estudante de biologia Willams Fagner Soares, curador da exposição, nesta primeira mostra serão mais de 20 espécies diferentes fotografadas.
Em alusão à Semana do Meio Ambiente, os organizadores optaram por utilizar molduras e suportes reciclados. “Vamos associar a reutilização à exposição fotográfica utilizando lixo eletrônico, que no caso são os monitores quebrados que conseguimos” explicou Selma Torquato.
Além de chamar a atenção para a importância desses animais, a exposição também aborda questões como educação, conservação e reutilização de materiais, além de fazer uma crítica de forma criativa ao estilo de vida voltado para o ambiente digital.
Fotografia e ciência
A fotografia é instrumento de sensibilização e educação e, quando aliado à ciência é uma excelente ferramenta de divulgação também. “O apreço que a população tem por fotografias e a histórica falta de acesso ao conhecimento da biodiversidade pela população são alguns dos motivos que tornam a fotografia científica uma ferramenta com tanto potencial”, enfatizou Willams Fagner.
Em Alagoas, existem cerca de 190 espécies de anfíbios e répteis registrados. Estes animais refletem um mosaico de formas e cores. Mas, a maioria é desconhecida pela população em geral. Sua importância nos processos ecológicos acontecem em vários níveis e o conhecimento auxilia, inclusive, em questões de saúde pública.
A exposição começa às 14 h e funcionará diariamente das 9 h às 17 h, na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade).

quarta-feira, 18 de maio de 2016

MHN inicia a 14ª Semana Nacional de Museus com palestras e apresentação cultural


Graziela França - estudante de Jornalismo

Na tarde da última segunda-feira (16), aconteceu a abertura da 14ª Semana Nacional de Museus no Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O evento teve início com a palestra da Arquiteta e Urbanista do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Talianne de Andrade Leal, que falou sobre a importância da preservação da memória do patrimônio público e sua representação para a comunidade.

Na tarde de ontem (17), o presidente do Sindicato dos Guias de Turismo, Henrique Dantas, falou sobre a importância dos museus como elemento cultural e turística da cidade. “O nosso grande desafio é mudar essa imagem de que Maceió é só praia. Aqui tem cultura. Hoje nós temos diversos museus e os profissionais de turismo” destacou ele.

O MHN tem atividades para toda a semana que incluem palestras, oficinas, visitas guiadas e atividades culturais, além da votação do Prêmio Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Artística.

O Percufal
A apresentação artística ficou por conta do grupo de Percussão Percufal, comandado pelo professor Augusto Moraleze e é composto por alunos do curso de Percussão da Escola Técnica de Artes (ETA) e da graduação de Música da Ufal.

Os músicos apresentaram um repertório variado que incluía músicas como Velho Francisco de Chico Buarque, Collaging, Cage - uma espécie de duelo entre os músicos com sons instrumentais fortes e marcantes. A apresentação foi encerrada com uma música composta especialmente para o Percufal. Moralez mencionou a importância de ter uma música composta para o grupo, principalmente por ser composição de um universitário.

A música Boi portentoso retrata a lenda tradicional do bumbá meu boi e foi composta pelo graduando de licenciatura em música, Felipe Burgos, como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). “Queria fazer algo que retratasse a cultura popular, então pesquisei a bibliografia para ter mais material para a composição” contou Burgos, que dividiu a composição em seis partes, de acordo com a lenda.

O Percufal foi criado pelo professor Augusto Moralez em 2014, através da disciplina de música de Câmara (tipo de música realizada em palácios). “O primeiro intuito de criar o Percufal é pedagógico para que eles possam vivenciar música de Câmara, mas também para que eles possam ter uma vivência artística, fazer apresentações, saber como é a vida profissional de um percussionista”, disse o professor. O grupo já fez várias apresentações e participou de dois festivais internacionais realizados nas cidades de Recife e Salvador.


Confira a programação 

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Museu de História Natural divulga programação da 14ª Semana Nacional dos Museus

As atividades acontecerão na sede do museu localizada na Praça da Faculdade

Graziela França, estudante de Jornalismo

Palestras, apresentações culturais, mesa-redonda, visitas à exposição, entre outras atividades integram a programação do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) durante a 14ª Semana Nacional de Museus. O evento acontecerá entre os dias 16 e 22 de maio e comemora o Dia Internacional do Museu, 18 de maio.
O evento é promovido anualmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e acontece em museus de todo o país. O tema deste ano é Museus e Paisagens Culturais e tem com objetivo atrair a atenção das pessoas para a importância dos museus e do patrimônio cultural como representação da identidade e memória de um povo.
A programação é voltada para estudantes e professores da educação básica, das universidades e o público em geral. O evento é gratuito e acontece na sede do museu, localizada na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). 
Durante o evento, o MHN receberá convidados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), do Sindicato de Guias de Turismo (Singtur), professores do Instituto de Ciências Biológicas (ICBS) da Ufal e artistas que promoverão as atividades culturais da semana.
Confira a programação da 14ª Semana Nacional de Museus no link abaixo.


quarta-feira, 11 de maio de 2016

14º Semana de Museus no MHN

Entre os dias 16 e 22 de maio o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) comemorará a 14ª Semana Nacional de Museus. A programação variada inclui atividades de diversas naturezas, buscando atingir um público amplo e disseminar a importância dos museus e dos patrimônios e paisagens culturais  para a sociedade.


 
Segue a programação:

16/05 (Segunda-feira)

14h - Palestra de abertura: Museus e Paisagens Culturais - Prof. Dr. Jorge Luiz Lopes e Arquiteta e Urbanista Talianne de Andrade Leal (Superintendência do IPHAN - AL).
16h – Apresentação Cultural - Grupo de Percufal

17/05 (Terça-feira)

9h – Palestra de abertura: Museu: espaço de formação e interação – Prof. Me. Saulo Nicácio (ICBS-UFAL).
Mesa Redonda: Museus e Educação
Mediadora: Ma. Cíntia Rodrigues (Museóloga MHN-UFAL)
A importância do museu para o ensino de ciências e biologia – Profa. Ma. Maria Danielle Araújo Mota (ICBS-UFAL)
Os Museus como território para o ensino e a aprendizagem – Mestrando Carlos Correia (Biólogo MHN-UFAL)
A Educação Patrimonial como ferramenta para a "alfabetização cultural" – Mayana de Castro (Arqueóloga MHN-UFAL)
14h – Mesa Redonda: Turismo em museus
Mediadores: Prof. Dr. Jorge Lopes (ICBS-UFAL; MHN/UFAL) e Profa. Dra. Ana Paula Lopes (IGDEMA-UFAL; MHN/UFAL)
Turismo em museus - Henrique Dantas (Presidente do Sindicato de Guias de Turismo – Singtur)
Turismo ambiental e estudo do meio - Prof. Dr. Renato Gaban-Lima (ICBS-UFAL; MHN/UFAL)

18/05 (Quarta-feira)

14h – Convivência com a seca: a recuperação de nascentes como alternativa – Mestranda Leila Caroline Salustiano Silva (PPGG/UFAL)

19/05 (Quinta-feira)

9h - Palestra: Arqueologia, museu e identidade: conhecer para valorizar; valorizar para preservar - Mayana de Castro (Arqueologia MHN-UFAL).
10:30h – Palestra: Jardim vertical e compostagem doméstica: da montagem a manutenção -Maria Carolina Padilha (Engenheira Agrônoma / Técnica MHN-UFAL) e Eladio Pereira de Santana (Graduando em Ciências Biológicas – ICBS / Bolsista Etnobotânica MHN-UFAL).
14h Palestra: A coleção herpetológica do Museu de História Natural da Universidade Federal de Alagoas" -  Ma. Selma Torquato (Herpetologia MHN-UFAL).
15:30 Palestra: A coleção de mamíferos do Museu de História Natural: 4 anos de avanços – Ma. Anna Ludmilla Nascimento (Mastozoologia MHN-UFAL).

20/05 (Sexta-feira)

15h - Biblioencanta (Grupo de contadores)
O grupo de contadores irá trabalhar as paisagens culturais de Maceió, trazendo algumas lendas como a Mulher da capa preta, Sereia, Mulher da Praça da Maravilha, etc.

21 /05 (Sábado)
9h às 17h – Visita guiada a Exposição permanente: Alagoas: Do Mar ao Sertão.

22 /05 (Domingo)

13h às 17h – Visita Guiada
14h às 16h – Oficina: Flores de massa de modelar e de origami 
Facilitadores: Profa. Dra. Letícia Ribes de Lima (Bióloga, Doutora em Botânica), Carlos Correia (Biólogo, mestrando em Ensino de Ciências) e Núbia Lima (Bióloga, mestre em Proteção de Plantas).