quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Museu prepara exposição permanente para final de fevereiro

Agora com a nova sede, MHN tem espaço para mostrar seu acervo e receber visitantes

Graziela França – estudante de Jornalismo
Anna Ludmilla C.P. Nascimento, responsável pelo seto de mastozoologia e estagiários do setor.

De casa nova desde do dia 8 de janeiro, O Museu de História Natural se prepara voltar a sua rotina de receber alunos e demais visitantes para conhecer seu acervo. A museóloga Cintia Rodrigues avisa que está prevista a abertura de exposição para o final de fevereiro. Com a mudança de prédio, na Praça Afrânio Jorge [antiga Praça da Faculdade], as atividades do MHN serão desenvolvidas de maneira integral já que há estrutura para abrigar todos os setores em salas amplas.
Na antiga sede, localizada no bairro Farol, as exposições haviam sido encerradas, devido à falta de estrutura. No entanto, foram realizadas exposições itinerantes na Biblioteca Central da Ufal, no Parque Municipal, no Shopping Pátio Maceió e no Museu Palácio Floriano Peixoto. Para atender as demandas atuais, o MHN conta com três técnicos administrativos, quatro biólogos, sete docentes distribuídos em vários setores e 20 bolsistas.
A docente do Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente (Igdema) e responsável pelo Setor de Geologia, Ana Paula Lopes, ressaltou a importância de um novo espaço para o museu. “Foi essencial [a mudança] para o crescimento de todos os setores. Com o novo espaço, os pesquisadores poderão voltar a campo, pois agora tem como e onde alocar as peças encontradas”, reforçou.

Renato Gaban de Lima e alguns dos bolsistas do setor de ornitologia

Renato Gaban Lima, também docente do ICBS e responsável pelo Setor de Ornitologia, montou uma pequena exposição para mostrar os tipos de coleção de aves existentes no museu, que são de peles, ossos, ovos, tecidos e ninhos.  Gaban enfatizou que com a estrutura da nova sede poderá continuar sua pesquisa do Laboratório de Morfologia Sistemática e Ecologia de Aves (LSEA), que cataloga aves alagoanas para estabelecer parâmetros regionais para a análise de bioindicação. O projeto é vinculado ao MHN e ao ICBS.

Alguns setores ainda se encontram em fase de mudança e a previsão é que termine em, aproximadamente, dois meses. “Muito do nosso acervo traremos aos poucos, pois são peças já tombadas e instaladas em estantes específicas. Temos que ter muito cuidado”, enfatizou Lopes.


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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Feras de Ciências Biológicas participam de nivelamento

Programação segue até a sexta-feira, 15, das 13h às 17h

Segue, com variada programação, até a sexta-feira, 15, um um nivelamento para os feras do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS). Promovida pelo Grupo de Estudo Sobre Evolução Biológica (Geseb), a iniciativa teve início nesta quarta-feira (13) e conta com palestras, aulas expositivas e atividades lúdicas sobre assuntos que costumam ser mais difíceis para os novatos, além de palestras sobre a profissão do biólogo, bacharel e licenciado sempre das 13h às 17h.
Esta, que é a segunda edição do nivelamento, tem como objetivo promover o nivelamento surgiu em conversas entre os membros do Geseb que perceberam as dificuldades que alguns do alunos, calouros ou veteranos, tinham em entender conceitos básicos de Evolução.
"Já que devido as diferentes escolas das quais vieram os calouros, diferentes também foram os métodos de ensinos empregados à aprendizagem de cada um. Assim nosso nivelamento visa proporcionar um contato entre veteranos e calouros, servindo tanto como uma recepção como um auxílio na formação de todos os participantes”, enfatizou Tainá Karoline, uma das organizadoras do nivelamento.
Outros assuntos como genética básica, genética de população, biologia celular e molecular, sistemática filogenética, taxonomia, evolução biológica, além do biólogo enquanto docente e bacharel também serão abordados durante a variada programação do evento.
Sobre o grupo de estudo
Formado em março de 2015, o Grupo de Estudo Sobre Evolução Biológica tem como objetivo promover ciência por meio de encontros semanais. Os temas abordados são principalmente ligados à evolução biológica. Pode participar qualquer pessoa que tenha interesse por evolução ou por ciência. Conheça mais detalhes visitando a página no Facebook.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Museu de História Natural ganha nova sede em prédio tombado

Assessoria MHN



A inauguração da nova sede do Museu de História Natural da Universidade Federal de Alagoas (MHN-UFAL) aconteceu na manhã desta sexta-feira (8). O prédio fica na Praça Afrânio Jorge (Praça da Faculdade), localizado no bairro do Prado em Maceió. O prédio, que já foi Quartel do Exército, também já abrigou a Faculdade de Medicina de Alagoas e, posteriormente, o Centro de Ciências Biológicas (CCBi), atual Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS).

A mudança,que vinha sendo planejada há algum tempo,foi concretizada com uma cerimônia onde estiveram presenteso Reitor Eurico Lôbo; o Pró-Reitor de extensão, Eduardo Lyra;o Diretor do Museu, Fábio Menezes; além de docentes, pesquisadores e estudantes do MHN e representantes da comunidade acadêmica da Ufal.

Durante a cerimônia o diretor administrativo, Fábio Menezes, relembrou o apoio recebido do Reitor Eurico Lôbo e da Vice-reitora, Rachel Rocha e destacou toda a equipe do museu: Agradeço imensamente a equipe do MHN, que é coesa, forte e que tem um propósito e uma meta que estamos conseguindo aos poucos” completou Menezes.

O Prof. Dr. Jorge Luiz Lopes, diretor técnico do Museu, destacou que com a inauguração do prédio aumenta a responsabilidade de toda a equipe do MHN, e que este é o início de muito trabalho que pretende contribuir com a pesquisa, ensino e extensão na Universidade e em Alagoas, atraindo desde estudantes a turistas.
 
Inauguração da nova sede do MHN. 
O Reitor descerrou a placa ao lado do Pró-reitor de Extensão, Eduardo Lyra, Fábio Menezes, diretor administrativo do MHN, Prof. Dr. Jorge Luiz, diretor técnico e responsável pelo Setor de Paleontologia, ProfªDrªFlávia Barros Moura, antiga diretora e responsável pelo Setor de Ecologia, Klinger da Silva, técnico administrativo e Janisson Santos, estagiário do Setor de Mastozoologia.

Com a mudança de prédio, as atividades do museu serão desenvolvidas de maneira integral já que há estrutura para abrigar todos os setores em salas amplas. Uma exposição permanente será montada em breve e aberta ao público. Na antiga sede, localizada no bairro Farol, as exposições haviam sido encerradas, desde 2011, devido a falta de estrutura. Durante este período foram realizadas exposições itinerantes na Biblioteca Central da Ufal, Parque Municipal, Shopping Pátio e Museu Palácio Floriano Peixoto (Mupa).

Nova estrutura e desenvolvimento de pesquisas

A docente do Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente (IGDEMA) e responsável pelo setor de Geologia, Ana Paula Lopes, ressaltou a importância de um novo espaço para o museu: “Foi essencial [a mudança] para o crescimento de todos os setores. Com o novo espaço os pesquisadores poderão voltar a campo, pois agora tem como e onde alocar as peças encontradas”.

Renato Gaban de Lima, docente do ICBS e responsável pelo Setor de Ornitologia, montou uma pequena exposição para mostrar os tipos de coleção de aves existentes no museu, que são de peles, ossos, ovos, tecidos e ninhos.  Gaban enfatizou que com a estrutura da nova sede poderá continuar sua pesquisa do Laboratório de morfologia sistemática e ecologia de aves (LSEA), que cataloga aves alagoanas com o objetivo de estabelecer parâmetros regionais para a análise de bioindicação. O projeto é vinculado ao MHN e ICBS.

Prof. Dr. Renato Gaban de Lima e alguns dos bolsistas do setor de ornitologia.


Os setores ainda se encontram em fase de mudança e a previsão é que termine em,aproximadamente, dois meses. “Muito do nosso acervo traremos aos poucos, pois são peças já tombadas e instaladas em estantes específicas. Temos que ter muito cuidado”, enfatizou Lopes. Já a abertura da exposição está prevista para o final de fevereiro, segundo a museóloga Cintia Rodrigues.

Atualmente o MHN conta com três técnicos administrativos, quatro biólogos, sete docentes distribuídos nos setores e 20 bolsistas.