domingo, 3 de setembro de 2017

Dia do Biólogo: profissionais atuam em diversos setores dentro do MHN



3 de setembro é a data dedicada aos profissionais que auxiliam no ensino, pesquisa e extensão do Museu
Graziela França-estudante de Jornalismo
Eles estudam a fauna, a flora, atuam na preservação do meio ambiente, desenvolvem pesquisas,  entre tantas outras atividades que envolvem a Biologia. No domingo, dia 3 de setembro, é comemorado o dia desses profissionais que podem atuar em uma área tão ampla, o biólogo.
Durante os 27 anos do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) muitos desses profissionais passaram pelos laboratórios e exposições da Instituição. Conheça a história de alguns dos biólogos que compõem o quadro de colaboradores do MHN, auxiliando na parte de ensino, pesquisa e extensão, seja em cargos técnicos ou de docência, além dos estagiários e colaboradores da área.
Paixão de criança
O professor Jorge Luiz Lopes, diretor do MHN é um dos maiores paleontólogos do país. Ele conta que sua escolha pela Biologia surgiu devido à sua paixão pelo ambiente natural e seus organismos, assim como a paleontologia que também é uma área com a qual se identificava desde criança.
“Mesmo sendo paleontólogo, eu nunca vou deixar de ser biólogo pelo fato de ser graduado em Biologia. E como paleontólogo eu preciso o tempo inteiro entender da vida, conhecer os organismos  do presente para poder compreender os organismos do passado. A relação entre elas é total e são duas áreas que eu sou totalmente apaixonado”, enfatizou.
A história do atual diretor com o MHN é antiga. Atuou antes mesmo da fundação oficial do Museu, ainda em sua montagem. O primeiro setor no qual estagiou foi o de herpetologia. Em 2001 passou a atuar como profissional voluntário e em 2008 como efetivo. O setor de Paleontologia, do qual também é responsável possui um acervo de mais de 10 mil peças tombadas, fósseis de todos os tipos, locais e Eras. "O MHN tem grande importância para mim, porque é onde desenvolvo minhas atividades de pesquisa e extensão", frisou.
A serpente amiga Gildete
A responsável pelo setor de Herpetologia (que estuda anfíbios e répteis), Selma Torquato disse que sempre gostou de bichos e plantas, e isso fez com que escolhesse a profissão. No museu desde o ano em que se formou, descobriu lá dentro o interesse pela área de herpetologia. “O MHN me proporcionou oportunidades de conhecer áreas diferentes da Biologia e ter contatos com vários profissionais e alunos que compartilharam muitos conhecimentos e experiências”, contou.
Uma das histórias relembradas por Selma é do tempo em que atuava como monitora de exposição, “Guardo na memória a época em que tínhamos uma serpente salamanta, Gildete, que foi criada desde pequena conosco e era muito dócil e sempre provocava uma espécie de ‘encantamento’ no público infantil. Seus olhos brilhavam e eles queriam tocar e fazer carinho nela”, contou.
Educação e pesquisa
Pensou em ser jornalista, farmacêutico para, por fim, chegar à Biologia. Essa foi a trajetória do biólogo do setor de Botânica do MHN, Carlos Correia, “A Biologia só se revelou para mim como uma terceira perspectiva profissional. Eu sempre tive interesse por diferentes áreas do conhecimento, acho que a Biologia se colocou como caminho mais atraente para mim, porque a busca por compreender a vida exige uma visão complexa das coisas e o diálogo com diferentes saberes”, comentou.
Para Carlos, que é formado na área de licenciatura, trabalhar no museu é promissor e auxilia em sua formação específica voltada para o campo educacional. “Gosto, sobretudo, das atividades de extensão que temos realizado no contexto do projeto ‘Fim de Semana no Museu’”.
Para Ludmilla, a primeira opção
Já a bióloga Ludmilla Nascimento foi bem mais decidida. “Acho que a biologia me escolheu. Nunca pensei em fazer mais nada na vida”, disse a mastozoóloga, área que estuda os mamíferos. Formada desde 2007, na Universidade Federal de Sergipe (UFS), concluiu o mestrado em zoologia em 2010, na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e chegou ao MHN em agosto de 2011.
Apaixonada por pequenos mamíferos, a bióloga conta com um acervo diverso no setor de mastozoologia do MHN, do qual é responsável, “No final da graduação descobri que minha praia eram os mamíferos terrestres e no mestrado me apaixonei pelos pequenos mamíferos, em especial. Não troco meus ratinhos por nada!”
Do campo à sala de aula
Responsável pelo setor de Ornitologia (que estuda aves) do MHN e pelo Laboratório de Morfologia, Sistemática e Ecologia de Aves (LSEA), o professor Renato Gaban-Lima, conta que escolheu a carreira ainda na infância, por possuir afinidade com a natureza. “Durante minha infância e adolescência adorava viajar e explorar locais não urbanizados, e sempre me interessei em observar os animais e as plantas, bem como o modo de vida da população humana que habitava esses locais”, contou o professor.
Gaban é um dos cinco docentes do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS) da Ufal que atuam também no MHN. Ele ainda destacou a importância de unir o trabalho de pesquisa com a docência. “No trabalho que realizamos, as pesquisas são primordiais para minhas atividades de docência, tanto em sala de aula quanto para a formação dos profissionais biólogos que ingressam no Laboratório”, explicou.
Felicidade na profissão
A também professora Letícia Ribes, pensou em atuar em outras áreas antes de chegar à Biologia. “Pensei até mesmo em cursar História, Engenharia, etc., porém percebi que meus professores de Biologia eram extremamente felizes e aí me dei conta que queria ter esse tipo de relação com minha profissão, ou seja, que ela me fizesse feliz acima de tudo”, disse.
Para ela, um dos prazeres em unir a docência à pesquisa e extensão é mostrar as novidades da área aos alunos. "É gratificante quando um aluno diz que não gostava muito de Botânica, mas que agora gosta, que gostou da aula, etc., ou seja, ter um feedback é muito bom, quando positivo é melhor ainda", comentou.
Do estágio à atividade como técnica
A bióloga Gabriela Correia conta que começou no museu em 2004, como bolsista vinculada do setor de herpetologia, mas estudando animais como aranhas e escorpiões, espécies que ainda pesquisa no setor de entomologia (setor que estuda insetos). “O setor desenvolvia, à época, um trabalho na usina cachoeira, e os alunos perceberam uma grande incidência de aranhas e escorpiões nas armadilhas. Foi então que o setor teve a ideia de recrutar estagiários dispostos a coletar e identificar esse material”.
Para Gabriela, o aprendizado no MHN é diário e será levado por toda a vida. “O museu me fez aprender muito sobre disciplina, organização, solidariedade, parceria, responsabilidade. Conheci pessoas que me influenciaram positivamente e que se tornaram exemplos de inspiração e admiração”, completou.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Fim de Semana no Museu comemora a chegada da Primavera



13ª edição do evento acontece nos dias 2 e 3 de setembro, com programação diversa e atividades gratuitas


Graziela França- estudante de Jornalismo
Nos dias 2 e 3 de setembro, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza a 13ª edição do Fim de Semana no Museu. Desta vez, o evento será organizado pelo setor de Botânica, trazendo um clima primaveril e comemorando a chegada da estação mais florida do ano.
A programação traz atividades gratuitas, tendo como referência os valores da diversidade e generosidade. Serão minicursos, oficinas, mesas redondas, vivências ao ar livre, exposições, além das atrações culturais e artísticas com apresentações de Tango e Maracatu.
De acordo com Carlos Correia, um dos organizadores do evento, o Fim de Semana no Museu aproxima a ciência da população. “Eu vejo o projeto como um movimento muito necessário que busca estabelecer uma ponte entre as pessoas e os conhecimentos científicos sobre história natural que o MHN produz. Para mim, é importante reconhecer que o real significado do saber somente se expressa quando compartilhado contato com a comunidade”, destacou o biólogo.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizado na Avenida Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades são das 9h às 12h e das 14h às 17h, nos dois dias de evento.
Serviço:
O quê: 13º Fim de Semana no Museu
Quando: 2 e 3 de setembro
Horário: 9h às 12h, 14h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Trabalhos do MHN são apresentados em Congresso Nacional de Herpetologia



Estudante foi premiado em uma das categorias do concurso de fotografia do evento
Graziela França – estudante de Jornalismo
Bolsistas e estudantes colaboradores do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) participaram da 8ª Edição do Congresso Nacional de Herpetologia, entre os dias 14 e 18 de agosto, na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (Ufms), em Campo Grande.
No evento foram apresentados 12 trabalhos pelos estudantes de Ciências Biológicas da Ufal Jonas Moraes, Luana Cavalcante, Michelly Cordeiro, Raphael Batista e Willams Fagner Soares. A professora Leonora Tavares Bastos, do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (Icbs) também participou do evento.
Dos trabalhos apresentados, dez foram desenvolvidos no setor de herpetologia do MHN, ramo da ciência que estuda anfíbios e répteis, com a colaboração das biólogas Selma Torquato e Ingrid Tibúrcio. Os estudantes destacaram o incentivo para que eles pudessem participar do evento, levando resultados de pesquisa e apresentando em formato de pôsteres.
“Participar do congresso é importante porque existe a possibilidade de observar e aprender sobre técnicas de pesquisa desenvolvidas em diferentes partes do mundo, além de poder apresentar resultados de pesquisas realizadas no Museu e na Ufal”, comentou Willams Fagner.
Os trabalhos envolviam informações sobre levantamento de herpetofauna em Alagoas e no Rio Grande do Norte, histologia, banco de tecidos para análises moleculares e banco de imagens para facilitar o acesso às informações dos cerca de 13.500 exemplares de anfíbios e répteis depositados na coleção do setor no Museu.
Além das apresentações os estudantes também participaram de outras atividades, como palestras, minicursos e torneio de futsal.
Premiação no concurso de fotografia
No concurso de fotografia do congresso, o graduando Willams Fagner foi premiado na categoria Originalidade com uma foto do Aplastodiscus sp, conhecido como “Perereca flautinha”, registro feito na Estação Ecológica da cidade de Murici, Zona da Mata alagoana.
“Receber esse prêmio é importante, pois mantêm a tradição de vários pesquisadores alagoanos que são reconhecidos pelas imagens que produzem. Além disso, algumas atividades desenvolvidas no MHN que envolvem uso de fotografias, e ter prêmios associados a elas dá um maior valor científico e cultural. Pessoalmente, é muito gratificante, já que fotografia de natureza é uma das principais atividades que desenvolvo e que pretendo continuar desenvolvendo para mostrar o quanto a fauna que ocorre no Estado é rica e bela”, contou o estudante.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

MHN promove 12ª edição do Fim de Semana no Museu



Evento vai oferecer curso para crianças de 8 a 12 anos
Graziela França- estudante de Jornalismo


Atividades científicas, culturais e artísticas já fazem parte da programação mensal do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), por meio do projeto Fim de Semana no Museu que chega a sua 12ª edição, nos dias 5 e 6 de agosto. O evento acontece na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade), das 9h às 12h e das 13h às 17h.
Com uma programação variada e atrações para todo o público, o 12° Fim de Semana no Museu traz oficinas, cursos, palestras, aula de tango, apresentação da Orquestra Sinfônica da Ufal, poesia, entre outros. Serão muitas atividades práticas para despertar o interesse do público para a ciência, além das atividades culturais e artísticas.
Para a professora Flávia Moura, responsável pelo setor de etnoecologia e por esta edição do evento, a intenção é trazer a ciência no cotidiano, por isso o tema será Na cabeça e nas mãos.
 “A importância é ampliar o conhecimento científico na sociedade, atrair público para uma atividade de lazer saudável e educativa, estimular as pessoas a pensar em ciência como uma coisa muito interessante, de fácil compreensão e que ajuda no desenvolvimento pessoal e de nossa sociedade”, destacou a professora.
Além de toda a programação, uma novidade é um curso de Cientista Mirim, dividido em módulos ministrados a cada edição do Fim de Semana no Museu. Podem participar crianças de 8 a 12 anos.
Serviço:
O quê: 12° Fim de Semana no Museu
Quando: 5 e 6 de agosto
Horário: das 9h às 12h; 13h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

quinta-feira, 6 de julho de 2017

11º Fim de Semana no Museu traz programação com atividades científicas e culturais



Museu de História Natural da Ufal realiza evento em parceria com Usina Ciência e Faculdade Estácio de Alagoas
Graziela França- estudante de Jornalismo
Conhecimento e diversão farão parte da programação de férias da 11ª edição do Fim de Semana no Museu realizado pelo Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), nos dias 8 e 9 de julho. Desta vez, o evento acontece em parceria com outro projeto de extensão, a Usina Ciência e o Núcleo de Educação Física da Faculdade Estácio de Alagoas.
O evento traz para o público uma colônia de férias com diversas atividades que englobam astronomia, biologia, física, química, recreação, jogos didáticos, brincadeiras na sala lúdica, além das exposições. Toda programação estará disponível de 9h às 17h nos dois dias com o objetivo de proporcionar muito conhecimento e diversão para as crianças e todo o público participante.
A museóloga Cíntia Rodrigues, uma das organizadoras do evento, contou que realizar o evento em parceria com outros órgãos traz mais conhecimento e diversidade nas atividades para os visitantes. “É importante para as unidades de extensão das Universidades esta parceria, pois é uma oportunidade de oferecer ao público uma possibilidade maior recursos para aprendizado e lazer, e executar os projetos de extensão que temos. Além disso, fortalece e promove nossas ações e traz praticidade para o público que pode conhecer um pouco do nosso trabalho reunido em um só lugar”, destacou a museóloga.
O evento acontece na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade), e é gratuito e aberto para o público de todas idades. 
Serviço:
O quê: 11º Fim de semana no Museu
Quando: 8 e 9 de julho
Horário: Das 9h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Museu de História Natural promove 1° Arraiá do MHN



Evento é gratuito e comemora as festividades juninas com muitas atrações típicas da época
Graziela França- estudante de Jornalismo
Para comemorar o mês mais nordestino do ano, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza a 1ª edição do Arraiá do MHN. Com a colaboração de todos os setores na organização, o evento traz diversas atrações juninas e muita diversão para toda a família, no dia 16 de junho, a partir das 16h, na sede do Museu.
A ideia de promover um evento voltado para as festas juninas surgiu durante a apresentação da cantora Wilma Araújo em um dos eventos do Fim de Semana no Museu. A cantora se encantou com o projeto que tem como finalidade atrair a comunidade e oferecer conhecimento e mais uma opção de lazer para família.
“Então, se pensou em fazer um momento de confraternização também entre os equipamentos culturais da Pró-reitoria de Extensão, que são nossos parceiros em muitas atividades, e celebrar numa festividade que tem uma relevância cultural grande para o público local”, explicou Cíntia Rodrigues, museóloga do MHN.
No Arraiá do MHN haverá exposições, apresentações culturais, barracas de jogos e de comidas típicas, sorteios e muito forró ao som da cantora Wilma Araújo, que apoiou o projeto desde o início. Vestido de chita e roupa xadrez, são os trajes mais esperados da festa.
O evento gratuito e aberto para todo o público acontece na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade).
A programação completa será divulgada ainda esta semana. Acompanhem pelo Facebook do MHN.
Serviço:
O quê: 1° Arraiá do MHN
Quando: 16 de junho
Horário: A partir das 16h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Eventos de maio comemoram 27 anos do Museu de História Natural



Concurso de fotografia, Fim de Semana no Museu e Semana Nacional dos Museus estão entre os eventos de comemoração
Graziela França- estudante de Jornalismo
O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) comemora 27 anos de sua fundação no dia 7 de maio. Para celebrar esta data, diversos eventos serão promovidos pela instituição durante o mês. Além do aniversário, a 15ª Semana Nacional dos Museus e o Prêmio Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Científica, também contam com programação especial.
Gratuitos e abertos ao público, os eventos buscam atrair a comunidade para conhecer um pouco da história do MHN, seu acervo, e participar de diversas atividades científicas e culturais promovidas.
“O Museu de História Natural chega aos 27 anos cumprindo um importante papel na comunidade onde está inserido, que é a difusão da informação científica, associando este elemento à promoção da cultura. O que é de grande relevância, pois ao longo de sua história, estas características tão relevantes para um equipamento de extensão nunca foram negligenciadas”, destacou a museóloga do MHN, Cíntia Rodrigues.
10º Fim de Semana no Museu
Com uma programação variada e que atende o público de todas as idades, o 10º Fim de Semana no Museu, nos dias 6 e 7 de maio, traz atividades científicas, culturais e diversão para toda a família. Desta vez, os mamíferos alagoanos serão a temática do evento, que conta com muitas atrações.
Confira detalhes aqui e visite a página do MHN no Facebook.
Outras atividades
Em sua 5ª edição, o Prêmio Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Científica traz como tema Paisagens alagoanas, em que os candidatos devem inscrever imagens que retratem cenários e locais do Estado. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até esta sexta-feira (5), na sede do MHN, localizada na Avenida Amazonas, Prado (na Praça da Faculdade) das 9h às 17h. Os candidatos devem enviar a ficha de inscrição e imagem participante para o e-mail premiogabrielskuk@gmail.com.
As fotos ficarão expostas para votação entre os dias 6 e 17 de maio. Já a premiação está marcada para o dia 18 do mesmo mês, integrando as atividades da 15ª Semana Nacional de Museus. Confira o edital do concurso com ficha de inscrição e orientações para a exposição das imagens.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Fim de Semana no Museu comemora 27 anos do MHN


Atividades da 10ª edição do evento são voltadas para mamíferos alagoanos
Graziela França- estudante de Jornalismo
Nos dias 6 e 7 de maio, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) promove a 10ª edição do Fim de Semana no Museu. Desta vez, o evento será voltado para a conservação e o conhecimento de mamíferos de Alagoas, além de comemorar o 27º aniversário do MHN, que acontece no dia 7 de maio.
A programação traz diversas atividades gratuitas, como palestras, oficinas, minicurso, exibição de filmes, diversas brincadeiras para as crianças, atrações culturais e a exposição permanente Alagoas: do mar ao sertão.
De acordo com Ludmilla Nascimento, responsável pelo setor de mastozoologia (mamíferos) e organizadora do evento, aproximar as pessoas do museu é uma maneira de despertar o conhecimento e a conscientização nelas.
“Trazer a sociedade para vivenciar os espaços de um museu e o conhecimento produzido por ele é de fundamental importância para o despertar de cidadãos conscientes de sua realidade e de seu papel na preservação do meio ambiente em que ele vive e do qual ele depende”, enfatizou Ludmilla.
A bióloga disse ainda que o principal objetivo é familiarizar as pessoas com os mamíferos que existem em Alagoas, trazendo informações sobre a ecologia e conservação desses animais.
“Quando falamos de mamíferos, costuma-se pensar em leões, zebras, girafas, mas nenhum desses faz parte da fauna brasileira. Sabe-se que o canguru, tem uma bolsa, chamada de marsúpio, onde carrega o filhote, mas muitos não imaginam que o nosso cassaco é um parente próximo deles e que também possui uma bolsa onde carregam seus filhos”, acrescentou a organizadora do evento.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades acontecem das 9h às 17h, nos dois dias de evento.
Programação
No sábado a programação começa com exibição de filmes e animações sobre mamíferos. As crianças vão participar de brincadeiras e haverá apresentação do Grupo de Busca e Salvamento com Cães, do Corpo de Bombeiros. Às 15h terá a oficina de origami de mamíferos e o encerramento vai ser num aulão de Krav Maga, com técnicas de luta de defesa pessoal, apenas no dia 6.  A programação se repete no domingo, e termina com a comemoração do aniversário do MHN.
No fim de semana em homenagem aos 27 anos do Museu ainda haverá um bazar de roupas e livros usados; um jogo sobre mamíferos e suas pegadas; e sala lúdica com atividades para as crianças. Os visitantes também podem conhecer a exposição permanente Alagoas do mar ao sertão. 
Serviço:
O quê: 10º Fim de Semana no Museu
Quando: 6 e 7 de maio
Horário: 9h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

quarta-feira, 12 de abril de 2017

MHN lança 5ª edição de prêmio de fotografia e ilustração científica



Inscrições para o concurso vão até 5 de maio; premiação acontecerá no dia 18
Graziela França- estudante de Jornalismo
Em comemoração ao 27° aniversário, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) lança o edital do Prêmio Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Científica. Esta é a quinta edição do concurso que homenageia o professor do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS) e pesquisador do MHN, figura importante para a ciência alagoana e apaixonado por fotografia, que faleceu em 19 de março de 2011.
Com o tema Paisagens alagoanas, os candidatos devem inscrever fotos que retratem cenários e locais do Estado. O prêmio visa estimular a prática da fotografia e ilustração científica com um caráter didático e cultural, além de promover a divulgação de imagens da biodiversidade de Alagoas. As fotos ficarão expostas para votação entre os dias 6 a 17 de maio. Já a premiação está marcada para o dia 18 do mesmo mês.
Inscrições
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 5 de maio, na sede do MHN, localizada na Avenida Amazonas, Prado (na Praça da Faculdade) das 9h às 17h. Os candidatos devem enviar a ficha de inscrição e imagem participante para o e-mail premiogabrielskuk@gmail.com.
As imagens selecionadas ficarão expostas no hall de entrada do museu para votação dos visitantes durante as comemorações dos 27 anos do Museu e da 15ª Semana Nacional dos Museus. O resultado e a premiação ocorrerão na sede do MHN.
Confira o edital do concurso com ficha de inscrição e orientações para a exposição das imagens.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Museu de História Natural inicia abril com homenagem à cultura indígena



Fim de semana será de diversas atividades gratuitas para público de todas as idades
Graziela França- estudante de Jornalismo
O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) promove o 9° Fim de Semana no Museu nos dias 1º e 2 de abril, das 9h às 17h. Nesta edição, será destacada a importância da cultura indígena e a necessidade de valorizá-la.
Além da exposição permanente Alagoas: do mar ao sertão, a programação traz palestras, oficinas, apresentação de documentários, minicurso, sessão de contos para as crianças e atrações culturais. No sábado, os próprios visitantes poderão se apresentar com música, poesias, danças, entre outras performances artísticas.
De acordo com Mayana Castro, responsável pelo setor de arqueologia e uma das organizadoras do evento, é importante conhecer para que se possa respeitar e valorizar essa cultura que é fundamental na história do Brasil.
“Como abril é o mês do descobrimento do Brasil e do Dia do Índio, resolvemos trazer parte das atividades na temática indígena, pois eles foram os verdadeiros descobridores do Brasil. Quando os europeus chegaram aqui, os índios já conheciam nossas terras, a fauna, a flora”, explicou Mayana.
Para Klinger Silva, também organizador do evento, o projeto promovido pelo MHN aproxima a comunidade do equipamento cultural e das atividades científicas e culturais realizadas. “É uma oportunidade para a comunidade e os turistas de conhecerem a biodiversidade alagoana, aspectos antropológicos e todos os setores que abrangem o Museu”, comentou Klinger.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizada na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades são gratuitas e voltadas para o público de todas as idades.
Serviço:
O quê: 9º Fim de Semana no Museu
Quando: 1 e 2 de abril
Horário: 9h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da faculdade)

quinta-feira, 23 de março de 2017

MHN recebe pesquisadores de universidades da Paraíba

Estudantes de graduação e pós-graduação em Ecologia conheceram parte da coleção do MHN 

Graziela França- estudante de Jornalismo



Estudantes e pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) visitaram o setor de herpetologia, onde estão os répteis e anfíbios, do Museu de História Natural da Ufal (MHN). O objetivo era conhecer e pesquisar algumas peças das coleções do setor.

Durante a passagem dos pesquisadores pelo MHN, atividades relacionadas aos projetos de algumas alunas de graduação, mestrado e doutorado foram desenvolvidas com a colaboração da bióloga Selma Torquato, responsável pelo setor e outros pesquisadores do MHN. Elas listaram espécies e coletaram informações de história natural de cobras da Mata Atlântica de Alagoas.  
                     
 “É de suma importância a existência de coleções como essa, porque os museus mantêm espécies não só de locais que ainda existem, mas também que já foram desmatados, ou que se perderam por outros motivos”, destacou o professor e orientador das estudantes, Frederico França.

Os visitantes destacaram ainda a importância de existir um espaço que esteja aberto ao público e que promova a consciência e preservação ambiental. “Ainda, os museus sendo abertos ao público, contribuem imensamente para a sociedade como um todo, por ser um local que estimula a educação ambiental e conscientização da importância da fauna, flora, pedras e outros”, comentou uma das visitantes, Isabella França.

 

quarta-feira, 22 de março de 2017

Colecionador tem vida de dedicação e amor aos minerais

O arapiraquense doador de grande parte do acervo que compõe o setor de Geologia do MHN foi homenageado no Fim de Semana no Museu 

 Graziela França- estudante de Jornalismo




Um autodidata, com a vida dedicada aos minerais desde sua mocidade, seu Eraldo de Lima Silva, 85 anos, estudou e pesquisou sobre esses materiais nas jazidas de Arapiraca, no agreste alagoano. Ele espalhou essa paixão entre os cinco filhos e a esposa, e eternizou parte de seu acervo pessoal doando peças ao setor de Geologia do Museu de História Natural (MNH) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

No último Fim de Semana no Museu, seu Eraldo recebeu uma homenagem pela contribuição com o acervo do MHN e pelos estudos na área. Ao lado da família, acompanhou tudo com olhar atento e com seu bom humor de sempre.

Na ocasião, sua história foi contada por um de seus filhos. Influenciado pelo pai, Jamerson Cavalcante de Lima também se encantou pelos minerais. “De certa forma o legado dele, que foi um precursor em Arapiraca, acaba ficando para que outros possam despertar e estudar esses minerais. Também permite o acesso a esses materiais que passaram a fazer parte da nossa história”, comentou.

Para o professor Jorge Luiz Lopes, diretor do MHN e responsável pelo setor de Paleontologia, a homenagem é simbólica, diante da amizade cultivada desde que começou a parceria. “O seu Eraldo colecionou parte daquilo que ele sempre foi apaixonado e tem nos dado a honra e satisfação de receber esse material que ele constituiu em toda sua vida”, disse emocionado.

Doações
A ideia de doar parte de seu acervo ao MHN surgiu quando Jamerson e professor Jorge se conheceram em expedições por cavernas baianas e, em seguida, tornaram-se vizinhos. Após contar ao paleontólogo a respeito do acervo e de todo o cuidado de seu Eraldo com os minerais, despertou a curiosidade de conhecer o que o colecionador arapiraquense tinha guardado durante todos esses anos.

 “Eu toquei no assunto e ele [Jorge Lopes] se interessou em conhecer o acervo. Quando ele viu tudo o que tinha, propôs ao meu pai, que essas coisas ficassem expostas no museu. Então ele fez a doação de alguns maquinários de lapidação e minerais, que estão sob a guarda do MHN”, explicou Jamerson.

Professor Jorge conta que o sentimento que seu Eraldo tem por esse tipo de material é algo em comum entre eles. “Ele tem uma paixão por algo que também mexe muito com a gente, que é o amor pelos minerais, pelas rochas. É uma pessoa que dedicou parte do seu tempo a estudar, voluntariamente, buscar e procurar os minerais”, destacou.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Fim de Semana no Museu aborda Paleontologia e Geologia


8ª edição do evento promovido pelo MHN traz atividades científicas, culturais e homenagem ao dia do paleontólogo
Graziela França – estudante de Jornalismo
O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) chega a 8ª edição do Fim de Semana no Museu, nos dias 11 e 12 de março. Desta vez a programação será voltada para as atividades desenvolvidas pelos setores de Paleontologia e Geologia, com o objetivo de divulgar a importância dos estudos dessa área.
Palestras, jogos, filmes e oficinas são parte do evento, que traz também uma homenagem ao dia do paleontólogo, comemorado em 7 de março, e ao colecionador de minerais alagoano, Eraldo de Lima Silva, doador de inúmeros itens da coleção de geologia do MHN.  Ainda na programação terá o Encontro do Clube do Livro com tema Ciência da literatura, e as exposições permanente e temporária.
De acordo com o professor Jorge Luiz Lopes, responsável pelo setor de Paleontologia e diretor do MHN, as atrações científicas, artísticas e culturais buscam integrar a comunidade na programação e conscientizar sobre a importância desses profissionais.
"Teremos muitas brincadeiras, como a simulação de uma escavação paleontológica e estudos dos fósseis, direcionadas às crianças. As palestras também mostrarão o trabalho desses especialistas, inclusive sobre o estudo de fósseis em cavernas, com a equipe do museu que é especialista nos estudos de cavernas, o Grupo Expedições de Pesquisas Espeleológicas (Gepe), formado por alunos e professores", destacou o diretor do MHN.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizada na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades são gratuitas e voltadas para o público de todas as idades.
Serviço:
O quê: 8º Fim de Semana no Museu
Quando: 11 e 12 de março
Horário: 9h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da faculdade)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

MHN realiza 7º Fim de Semana no Museu em clima de carnaval

Evento conta com programação cultural e científica para o público de todas as idades

Graziela França- estudante de Jornalismo  
O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza o 7º Fim de Semana no Museu, nos dias 4 e 5 de fevereiro. Em clima de carnaval, muita alegria, diversão e conhecimento farão parte da primeira edição do evento em 2017.
Além da exposição permanente, o Fim de Semana no Museu contará com diversas atrações culturais e científicas que tratarão de temas que envolvem, principalmente, a herpetologia, ramo da biologia que estuda anfíbios e répteis, e a importância da preservação destas espécies, como a nova exposição Desmistificando as serpentes. Haverá também duas oficinas: Pequeno herpetólogo e Aprendendo sobre serpentes.
Atividades carnavalescas compõem a programação da 7ª edição do evento, como oficinas de adereços para carnaval, fantasias, música, frevo, entre outras. Um bazar de roupas e acessórios também acontecerá no pátio do MHN.
O Fim de Semana no Museu começou em julho do ano passado e busca atrair a comunidade para conhecer as exposições do Museu e participar da variada programação disponibilizada a cada mês.
“O projeto foi um sucesso e deu o retorno esperado, pois muita gente que não conhecia o MHN agora já inclui o Fim de Semana no Museu em sua diversão. Participa, manda mensagem e espera pela programação. Para nós, é gratificante receber essas pessoas e ver que o trabalho de extensão dá esse retorno positivo”, destacou Cíntia Rodrigues, museóloga do MHN.
A programação acontece na sede do MHN, localizada na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades são gratuitas e voltadas para o público de todas as idades. Para participar das oficinas basta chegar alguns minutos antes para fazer as inscrições.
Serviço:
7º Fim de Semana no Museu
Dias: 4 e 5 de fevereiro
Horário: 9h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da faculdade)
Confira a programação

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

MHN recebe curadora do Museu Nacional de História Natural de Lisboa


Cristiane Bastos apresentou a estrutura do museu lusitano, as atividades desenvolvidas na instituição, além das afinidades que possui com o MHN e as parcerias entre as instituições
Graziela França- estudante de Jornalismo

O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizou uma palestra com a bióloga e curadora do setor de mamíferos do Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Muhnac) de Lisboa, Cristiane Bastos Silveira, nesta quarta-feira (4). O evento contou com a presença de integrantes de diversos setores do MHN.
Durante a ocasião foram apresentadas a estrutura do museu lusitano, as atividades desenvolvidas na instituição, composição referentes a servidores, pesquisadores e bolsistas, além das afinidades que possui com o MHN e as parcerias entre as instituições.
“O Museu de História Natural de Lisboa tem entre as suas missões promover a formação, que acontece seja requisitado por uma instituição ou através dessas parcerias de intercâmbio. E com essas experiências adquirimos um enriquecimento muito grande, por meio das realidades diferentes de cada instituição”, destacou Cristiane Silveira, representante do Muhnac.
De acordo com Cíntia Rodrigues, museóloga do MHN, o intercâmbio entre as instituições de mesma tipologia são muito importantes. “Como é uma instituição de mais de um século e há ainda a proximidade entre as línguas, é uma ótima parceria e propicia a troca em vários níveis de pesquisa dentro do museu, o científico, a gestão, comunicação e educativo que são grandes pilares nas instituições”, comentou.
Sobre a curadora
Natural da cidade de Salvador, Bahia, Cristiane Bastos Silveira se formou em Ciências Biológicas, licenciatura, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Há 28 anos mora em Portugal, onde atua como curadora do setor de mamíferos do Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Muhnac) que fica na capital portuguesa, Lisboa. Desenvolveu seu mestrado em conservação da diversidade animal na Universidade de Lisboa. Já o doutorado foi em Zoologia, na Universidade de Londres.